CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

domingo, 20 de fevereiro de 2011

"127 Hours"

Sinopse: Um alpinista fica preso pelo braço quando um pedregulho de um canyon por onde se aventurava cai sobre o mesmo. Além de o local ser isolado, ninguém sabe para onde Aron foi e ele não tem nenhum meio de contato que o possibilite pedir socorro. Para sobreviver pelos 5 dias seguintes, ele terá que apelar para medidas extremas enquanto relembra momentos pelos quais passou e as pessoas que conheceu.

Tempo de Duração: 94 min

Com: James Franco

Direção: Danny Boyle

Concorre a: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Canção Original ("If I Rise"), Melhor Edição


Do mesmo diretor do sensacional (e vencedor do Oscar de Melhor Filme) “Quem quer ser um milionário?”, é o primeiro filme que me dá vontade de chorar depois de assistir e não durante.
James Franco, que não era a primeira opção de Boyle para o papel (ele queria Cillian Murphy, que interpreta o Espantalho em “Batman – O retorno”) vem evoluindo: para quem normalmente é relacionado ao Harry de “Homem-Aranha”, receber papéis como o que teve em “Milk – A voz da igualdade” e neste filme é algo bem diferente. Tanto que foi indicado a Melhor Ator (não vai ganhar, mas pelo menos vai apresentar a cerimônia com Anne Hathaway).
A música que concorre ao Oscar (“If I rise”, aqui) é cantada pela sumida Dido (I-I I wanna thaaaank you, for giving me the best daaaay of my liiife) em conjunto com A.R. Rahman (não sei quem é), mas sinceramente não achei grande coisa, parece tentar muito ser emocionante ou sei lá.
Não é o melhor do ano, mas com cenas que dão um nervosismo absurdo, o filme (curtinho curtinho, parece até animação), já começa bem simplesmente pelo fato de ser baseado em uma história real. Aliás, o livro está para ser lançado aqui no Brasil logo logo. Algumas curiosidades: a câmera que Franco usa no filme é a mesma que Aron Ralston usava quando o acidente aconteceu. Antes de as filmagens começarem, o alpinista deixou que o diretor e Franco assistissem a filmagem que tinha feito, a qual fica guardada num cofre num banco (acredite se quiser) e que apenas amigos próximos e a família tinham visto até então.
Tinha lido em algum lugar (acho que foi numa das críticas do Rio Show) que parece ser uma colagem de videoclipes. E realmente lembra isso. Alguns podem ficar incomodados com a edição, outros (como eu) vão gostar bastante. E aí vai saber o que o pessoal votante da Academia pensa... Eu gostei. Além disso, tem cenas que fazem o local completamente deserto, quente e sem vegetação parecer quase um paraíso.


Seja o primeiro a comentar.