Sinopse: Um drama sobre três pessoas – um americano capaz de se conectar com os mortos, uma jornalista francesa que passa por uma experiência de quase-morte e um menino londrino que perde alguém próximo – que são tocadas pela morte de maneiras diferentes e se perguntam o que há depois da vida.
Tempo de Duração: 129 min
Com: Matt Damon, Cécile De France, Frankie McLaren e George McLaren
Direção: Clint Eastwood
Concorre a: Melhores Efeitos Visuais
Não achei os efeitos assim tão bons. Espero que não ganhe, mas o filme dá vontade de chorar e, ainda assim, tem alguns momentos tão bobos e genuínos que me fizeram rir.
Aos atores, só poderia fazer elogios: Matt Damon é Matt Damon e cada vez mais se firma como um ótimo ator (embora eu ainda o prefira em “Os Infiltrados”) e Cécile De France, por sua vez, é uma versão belga e mais bonita de Penélope Cruz. Mas os maiores cumprimentos iriam, sem dúvida alguma, para os atores-mirins Frankie e George McLaren, que se revezam nos papéis dos gêmeos Marcus e Jason, simplesmente perfeitos. Conseguem despertar uma pena absurda e uma vontade de que um deles finalmente consiga o que procura para poder seguir em paz com sua vida.
Mais um bom filme de Clint Eastwood, que, no entanto, não me lembra o estilo do diretor. Talvez eu tenha sentido isso pela maneira quase leve com que o tópico “vida após a morte” é tratado (se isso é possível quando o assunto é esse): não é em quem se foi que o filme põe seu foco, mas em quem fica. Pessoalmente, acho que um dos grandes méritos do filme é o fato de não ser nem propagandístico (pelo menos não consegui perceber em nenhum momento algo do tipo) nem centrado em espíritos e assombrações, como outros tantos filmes que abordam o mesmo tópico.
Aos atores, só poderia fazer elogios: Matt Damon é Matt Damon e cada vez mais se firma como um ótimo ator (embora eu ainda o prefira em “Os Infiltrados”) e Cécile De France, por sua vez, é uma versão belga e mais bonita de Penélope Cruz. Mas os maiores cumprimentos iriam, sem dúvida alguma, para os atores-mirins Frankie e George McLaren, que se revezam nos papéis dos gêmeos Marcus e Jason, simplesmente perfeitos. Conseguem despertar uma pena absurda e uma vontade de que um deles finalmente consiga o que procura para poder seguir em paz com sua vida.
Mais um bom filme de Clint Eastwood, que, no entanto, não me lembra o estilo do diretor. Talvez eu tenha sentido isso pela maneira quase leve com que o tópico “vida após a morte” é tratado (se isso é possível quando o assunto é esse): não é em quem se foi que o filme põe seu foco, mas em quem fica. Pessoalmente, acho que um dos grandes méritos do filme é o fato de não ser nem propagandístico (pelo menos não consegui perceber em nenhum momento algo do tipo) nem centrado em espíritos e assombrações, como outros tantos filmes que abordam o mesmo tópico.


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