Sinopse: O destino de Jack Sparrow (Capitão Jack Sparrow!) cruza com o de uma mulher de seu passado. Ele não sabe se é amor ou se ela o está manipulando para que encontre a Fonte da Juventude, mas quando Jack vai parar no Queen Anne's Revenge, o navio do pirata Barba Negra, se vê numa aventura inesperada.
Tempo de Duração: 137 min
Com: Johnny Depp, Penélope Cruz e Geoffrey Rush
Direção: Rob Marshall
Depois de um “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” um tanto quanto decepcionante se comparado aos anteriores, Johnny Depp volta ao lápis de olho e ao bafo de rum para, mais uma vez, encher seu bolso de bufunfa. Dinheiro merecido, diga-se de passagem: diferentemente do terceiro filme da série, ele está na telinha em praticamente todas as cenas do filme. E para as coisas ficarem mais calientes, agora que Keira Knightley e Orlando Bloom estão de fora (isso mesmo, apesar de eu não achá-los tudo isso), uma Penélope Cruz que, aliás, estava grávida durante as filmagens e foi substituída por sua irmã em algumas cenas em que aparece apenas de longe quando a barriguinha começou a marcar mais (não percebi nada no filme, gente, nem uma gordurinha a mais, devia ter lido sobre isso antes para prestar mais atenção). Embora ela também não seja nenhuma grande maravilha, se encaixou bem no estilo do filme, por mim pode até continuar nos próximos. Se houver algum, claro, mas adianto que Oren Aviv, chefe de produção da Disney, tem esperanças de que esse seja sim o primeiro de mais uma trilogia. (Calma, trilogia de seis? Algo está errado aí.)
Ah, colocaram também uma sereia (achei bem bonita) e um jovem religioso na história, mas não posso falar muito mais sobre isso para não estragar. Só digo que achei linda a voz de uma das sereias (ok, não deve ser dela, óbvio, mas é de alguém e foi encaixada ali com esse propósito), é exatamente como eu imaginaria, mesmo não tendo entendido o porque de ela parecer mais uma vampira quando fica nervosinha.
O filme conseguiu retomar o espírito da franquia, com mais catch-phrases de Jack (ainda assim eu queria mais, adoro!). Destaque também para Barbossa (Geoffrey Rush), que continua na história (ainda bem), e para uma maior participação de Gibbs (Kevin McNally), que merecia ter aparecido mais nos outros três. Só estou rezando para que editem mais os próximos, porque achei um tanto quanto longo, é muita coisa num filme só e, apesar de não ficar chato, cansa um pouco.
Para terminar: o 3-D. Não achei grandes coisas não. Dessa vez nada me incomodou (será que é por causa dos óculos do Cinemark, que são de um modelo diferente do dos óculos do Kinoplex?) e ele é bem feito. Mas, por algum motivo que para mim é simplesmente inimaginável, o pessoal tem medo de usar a tecnologia para pegar as pessoas de surpresa ou fazer coisas realmente diferentes. Dou destaque para os momentos em que aparece alguma paisagem ou folhagens, fica bem bonito, mas pessoalmente gostei mais da abertura da Disney específica para filmes 3-D que dos efeitos do filme em si.
Enfim, fiquei bastante feliz de ver mais uma vez um dos filmes que fez com que a figura nojenta de um pirata beberrão e cheio de si passasse a ser adorada, e bem no estilo com que tinha começado, leve, engraçado e com todos os aspectos bem dosados. Acho que vou assistir novamente e ele só não ganha 5 estrelas porque acredito que ainda dá para ficar melhor. Espero logo logo ouvir mais uma vez uma das melhores musiquinhas de abertura do cinema, preferencialmente num trailer para o 5º filme (já conseguiram ultrapassar “Esqueceram de Mim”, agora tem “Velozes & Furiosos” para bater).
Ah, colocaram também uma sereia (achei bem bonita) e um jovem religioso na história, mas não posso falar muito mais sobre isso para não estragar. Só digo que achei linda a voz de uma das sereias (ok, não deve ser dela, óbvio, mas é de alguém e foi encaixada ali com esse propósito), é exatamente como eu imaginaria, mesmo não tendo entendido o porque de ela parecer mais uma vampira quando fica nervosinha.
O filme conseguiu retomar o espírito da franquia, com mais catch-phrases de Jack (ainda assim eu queria mais, adoro!). Destaque também para Barbossa (Geoffrey Rush), que continua na história (ainda bem), e para uma maior participação de Gibbs (Kevin McNally), que merecia ter aparecido mais nos outros três. Só estou rezando para que editem mais os próximos, porque achei um tanto quanto longo, é muita coisa num filme só e, apesar de não ficar chato, cansa um pouco.
Para terminar: o 3-D. Não achei grandes coisas não. Dessa vez nada me incomodou (será que é por causa dos óculos do Cinemark, que são de um modelo diferente do dos óculos do Kinoplex?) e ele é bem feito. Mas, por algum motivo que para mim é simplesmente inimaginável, o pessoal tem medo de usar a tecnologia para pegar as pessoas de surpresa ou fazer coisas realmente diferentes. Dou destaque para os momentos em que aparece alguma paisagem ou folhagens, fica bem bonito, mas pessoalmente gostei mais da abertura da Disney específica para filmes 3-D que dos efeitos do filme em si.
Enfim, fiquei bastante feliz de ver mais uma vez um dos filmes que fez com que a figura nojenta de um pirata beberrão e cheio de si passasse a ser adorada, e bem no estilo com que tinha começado, leve, engraçado e com todos os aspectos bem dosados. Acho que vou assistir novamente e ele só não ganha 5 estrelas porque acredito que ainda dá para ficar melhor. Espero logo logo ouvir mais uma vez uma das melhores musiquinhas de abertura do cinema, preferencialmente num trailer para o 5º filme (já conseguiram ultrapassar “Esqueceram de Mim”, agora tem “Velozes & Furiosos” para bater).


1 Comentário
Entrou de vez no ramo da crítica cinematográfica, heim! hahahaha.
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